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terça-feira, 26 de maio de 2009

A Roda Viva carrega a saudade pra lá

Tem dias que a gente se sente… com vontade de escutar Chico Buarque, não é verdade? E nem adianta ir contra a corrente, até não poder resistir. Se amanhã for um desses dias para você, caro leitor, eis a boa notícia: tem show da banda Roda Viva no João Gilberto.

Formado em 2003 por jovens porto-alegrenses de 20 e poucos anos, o sexteto faz um tributo ao ícone na MPB Francisco Buarque de Hollanda, o Chico. Com intervenções modestas, poucas variações aplicadas aos arranjos originais – afinal, pra que mudar o que foi bem feito? – o show é um momento especialmente dedicado à apreciação de um legado musical farto e de fácil identificação com o público, não importa a idade. “Quem quiser uma música que tenha a ver com qualquer momento da vida certamente vai achar alguma no repertório dele”, diz o vocalista Zé Leandro que acredita que a banda tem contribuído para renovar os ouvintes chicobuarqueanos. “A gente tem conseguido atrair a atenção de um público que estava até carente de músicas com essa profundidade”, comenta.

Entre sambas e outras bossas - canções que a banda levará ao público esta noite - ficam de fora as do mais recente CD de inéditas Carioca, lançado em 2007. Daí para trás, eles fazem um apanhado geral do cancioneiro. O que é mais difícil ao interpretar Chico? “As músicas têm muitos acordes, e acordes muito elaborados. Mas é ótimo”, diz o porta-voz da banda.

Os desafios, sem dúvida, fazem parte da essência musical peculiar do compositor que brinca de desconstruir modelos de harmonia convencionais e, principalmente, foge dos refrões. “Quando a gente pensa que vai entrar o refrão ele vai para outro lugar da música”, fala o intérprete que se satisfaz ao dar voz à poesia de Buarque, com seus versos de complexidade simples, e sua visão apurada sobre vários aspectos da vida. Falar do cotidiano, aliás, é algo que o poeta faz com maestria, o que me faz lembrar os versos Todo dia ela faz tudo sempre igual…

O show de hoje no bar e champanharia João Gilberto marca o encerramento do Seminário sobre Responsabilidade Ambiental do curso de Biologia da UCPel e a abertura da Semana do Meio Ambiente. A abertura estará à cargo da banda pelotense Nação Suburbana.


Projeto paralelo

Com outras duas bandas da capital gaúcha – a Tribo Brasil e a Carne de Panela – o grupo Roda Viva integra o projeto O Maestro, o malandro e o poeta, onde o repertório de Chico Buarque é apresentado ao público bem acompanhado por canções de Vinicius de Moraes e Tom Jobim.

A estréia do projeto foi em abril desse ano no palco do Theatro São Pedro. As bandas já tem vários outros shows marcados para esse tributo triplo, por enquanto todos em Porto Alegre. Mas, quem gosta pode ficar ligado porque a intenção dos idealizadores é levar o projeto para viajar por palcos fora da capital.

A Roda Viva é formada por Lucas Dellazzana (bateria), Jeferson Azevedo (percussão), Juliano Luz (contrabaixo), Felipe Bohrer (violão), Vinícius Serrão (cavaquinho e bandolim) e Zé Leandro (vocal).


Prestigie!

O quê: show da banda Roda Viva – Tributo a Chico Buarque (abertura com a banda Nação Suburbana)
Quando: amanhã, a partir das 22h
Onde: no bar e champanharia João Gilberto (rua Gonçalves Chaves, 430)
Quanto: ingressos antecipados custam R$ 10,00 e estão à venda no restaurante Teia Ecológica (na praça Coronel Pedro Osório) ou no Posto do Guga (rua General Osório esquina avenida Bento). Informações e telentrega de convites pelo telefone 8111-2098.


Texto: Bianca Zanella | Extraído de: Jornal Diário Popular / Caderno Zoom / Capa |Publicado em: Pelotas, Terça-feira, 26 de maio de 2009

terça-feira, 17 de março de 2009

Era um garoto...


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quarta-feira, 11 de março de 2009

Thriller


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Baú do Raul


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terça-feira, 3 de março de 2009

Picante Carneavale

Esqueça as marchinhas e o axé music. O carnaval que vai rolar amanhã (dia 4) no bar e champanharia João Gilberto tem sotaque latino. Carneavale, título de uma das músicas de trabalho da Pimenta Buena que dá nome ao show, já diz muito sobre a identidade de uma das bandas pelotenses que mais vem se destacando nos últimos tempos. A carreira ascendente foi alavancada pela Internet. Em aproximadamente um ano o grupo já contabiliza mais de 50 mil acessos e 10 mil downloads de músicas em espaços virtuais como My Space, You Tube, Orkut, Palco MP3 e no site oficial. Da rede virtual acabou se formando um público fiel e assíduo frequentador dos shows da Pimenta.


A mistura de influências intercambiadas na fronteira cultural, essencialmente representada na música Carneavale, é a marca registrada do quarteto formado pelo groove dos brasileiros Daniel Finkler (baixo), André Chiesa (bateria) e João Corrêa (guitarra) com o tempero latino na voz do uruguaio Vicente Botti.

“Naturalmente a banda tomou essa direção” fala o vocalista Pimenta, que aposta na tendência rock “latin lover” e contemporânea da world music para criar seus hits, com um estilo autêntico pouco explorado na região.

Em Carneavale (o show) eles inauguram o repertório lado B da banda que promete ser ainda mais picante com uma seleção das composições mais agitadas e populares – como La dueña de la calle, La hija de la fortuna e Un poco de tu miedo -, sem as baladas costumeiras que deixam o ritmo dos shows mais lentos, e com releituras especiais de Bob Marley, Men at Work, Legião Urbana, Fito Paez e Enanitos Verdes. “Em cada cover a gente tenta surpreender e potencializar a identidade da banda”, diz Chiesa. Sobre isso, um bom exemplo é a versão em espanhol que os guris criaram para a música Tempo Perdido, da Legião: uma das interpretações que mais vem marcando as apresentações do grupo. Quem ainda não conhece poderá provar o som amanhã.

Esta é a primeira vez que a Pimenta Buena sobe ao palco do João. A banda nem bem encerrou a turnê que teve escalas em Porto Alegre e Montevidéo para apresentação do primeiro CD – que deve ficar pronto em abril –, e já trabalha nas composições que farão parte do segundo álbum que será produzido por Duca Leindecker, da Cidadão Quem. “Estamos em fase de laboratório”, fala Vicente, que espera concluir o segundo trabalho até o primeiro semestre de 2010.

Os shows e vários momentos da fase de pré-lançamento do primeiro álbum foram registrados pela Moviola Filmes em um documentário que será exibido no telão durante a apresentação de amanhã. Quem for, aliás, pode esperar encontrar um João Gilberto produzidíssimo para o show, já que a Pimenta Buena costuma caprichar em cenografia e decoração - um tempero a mais para uma noite caliente.


Pra curtir:

O quê: show da Pimenta Buena - Carneavale
Quando: quarta-feira, dia 4, às 22h
Onde: no bar e champanharia João Gilberto (rua Gonçalves Chaves, 430)
Quanto: ingressos antecipados custam R$ 8,00. Os pontos de venda são: Studio Cd´s, padaria Círculo Operário e Posto Cidadão Capaz. Reservas de mesas com Daniel Balhego pelo telefone 9165-9190.


Texto: Bianca Zanella | Foto: Valder Valeirão/Divulgação | Extraído de: Jornal Diário Popular / Caderno Zoom / Capa | Publicado em: Pelotas, Terça-feira, 3 de março de 2009

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Carneavale


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terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Aquarela


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terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Uma noite para relembrar "aquela" época

Se você viveu a juventude nos anos 60 e 70, com certeza deve lembrar deles. Eles, os irmãos Velasco, eram a garantia dos agitos da noite pelotense e nomes recorrentes nos salões de bailes da região sul, assim como outros conjuntos como Os Santos e Os Lobos. Vai dizer que você não lembra? Se não lembra porque era muito pequeno na época ou nem era nascido, amanhã terá uma oportunidade única de ver o som que esses “tiozões” são capazes de fazer.

Sim, os tais “bons tempos” estão de volta, como anuncia o nome do show que marca o reencontro do grupo Os Velascos, nesta quarta-feira (11), no Bar e Champanharia João Gilberto. E grife-se: trata-se de uma apresentação histórica, mais de 31 anos depois que o conjunto subiu ao palco pela última vez com esse nome em um baile de debutantes do Clube Brilhante no distante setembro de 1977, se não falha a memória dos veteranos.

Depois, sem o irmão Jorge - que recém-formado foi morar em São Paulo - a banda ainda seguiu em nova formação por mais algum tempo com o nome de Água da Fonte.

Mas o grupo Os Velascos, mesmo, durou dez anos. “E que década!”, exclamam saudosos os que viveram intensamente no tempo da jovem guarda. Do que mais sentem saudade? Da música, claro. “A qualidade musical era muito superior”, afirma categoricamente Tony del Ponte - tecladista e companheiro de estrada dos irmãos fundadores do grupo.

Do tempo de banda, não escondem a saudade do glamour que a adolescência vivida nos palcos proporcionava. “Nós éramos uns garotões cheios de sonhos. Não tínhamos a menor pretensão de ganhar dinheiro com a música. A gente só queria saber de ser ‘artista’ e se exibir pras meninas”, lembra.
Quando começaram a tocar, de brincadeira, o caçula da banda - Darci - ainda era um guri com seus incompletos dez anos de idade. Os irmãos e seus amigos se reuniam para participar de festas na zona da várzea e do Fátima, em Pelotas, onde moravam. Faziam covers de grupos e cantores americanos, ingleses e italianos da época. Da cena nacional, incorporaram ao repertório alguns sambas e, claro, muitos tops das paradas de sucesso de bandas como The Originals, The Fevers, Golden Boys e Renato e seus Blue Caps.

E foi assim que o sucesso veio. Depois que o grupo se apresentou pela primeira vez no programa de calouros da Rádio Cultura começaram a chover convites para animar clubes e boates espalhando a fama dos Velascos para longe. Os shows se estenderam por várias cidades do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Uruguai e Argentina.


O reencontro

Vestidos a caráter e cheios de energia Os Velascos estão ansiosos para voltar ao palco. Será apenas um show. Mas, quem garante que depois deste não virão outros? Jorge já se entusiasmou com a volta da rotina de ensaios e até comprou uma nova bateria.

O estúdio, bem mais equipado do que aquele dos ensaios de antigamente, é o ponto de encontro da família e convidados nas horas vagas. Afinal, a vida de cada um seguiu para além da música.

O saxofonista Luiz Carlos - mais velho dos irmãos, hoje com 61 anos - trabalha com sonorização e iluminação de espetáculos. Jorge, o bateirista, é psicólogo e psiquiatra. O vocalista e guitarrista Paulo é empresário e produtor cultural (inclusive é responsável pela produção deste show). Miguel é músico, costuma tocar na cena musical porto-alegrense. Darci, o mais novo, é o único que não estará no show pois não resistiu à gafieira e por causa de uma “palhinha” foi descoberto: hoje cumpre agenda com a banda Renato e seus Blue Caps no Rio de Janeiro, onde vive há quase 20 anos.

Sobem ao palco também os músicos e amigos Tony del Ponte (teclados e vocal), Sulivan Mello (guitarra) e Paulo Lima (baixo), todos antigos integrantes da banda.

Como convidados especiais participam Ottoni (baixo), Silnei Goris (vocal) e os jovens herdeiros musicais da família Milene e Rafael Velasco.

A apresentação de amanhã irá virar um DVD que, aliás, será o primeiro registro fonográfico da história d’Os Velascos. Se tudo der certo, diz o produtor Paulo, será encontrado posteriormente “nas melhores casas do ramo”, brincando com o jargão “das antigas”.

O show faz parte da programação especial de verão do Bar e Champanharia João Gilberto e é um tributo aos 42 anos da Jovem Guarda.


Não perca!

O quê: Tributo à Jovem Guarda com Os Velascos
Quando: amanhã (11), pós 23h30min
Onde: no Bar e Champanharia João Gilberto (rua Gonçalves Chaves, 430)
Quanto: ingressos antecipados a R$ 20,00 e mesa para quatro pessoas a R$ 80,00 à venda no local do show (sempre aberto de terça a sábado a partir das 15h)
Contato: outras informações e reservas de mesas pelos telefones 3026-2140 (no bar), 3278-4384 e 9165-1214 com a produção do show.


Texto: Bianca Zanella | Extraído de: Jornal Diário Popular / Caderno Zoom / Página 4 | Publicado em: Pelotas, Terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Quarta Mix 11.2


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quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Os bons tempos voltaram


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terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Cowboy fora da lei

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terça-feira, 20 de janeiro de 2009

Um tributo a Tim

Banda pelotense homenageia o “Síndico da MPB” em show especial no bar João Gilberto

Era início dos anos de 1970 quando despontava no cenário musical um novo tipo de soul music e funk, com temperos nacionais adicionados pelo vozeirão e pela personalidade daquele que ficaria conhecido como “Síndico da MPB”. O fenômeno da música popular chamado Tim Maia chegava arrasador, embalado pelo swing e por outras tendências rejeitadas pela Jovem Guarda, e se tornaria referência para outros incontáveis músicos que surgiriam depois.

Na cena local, o soul de Tim misturado a outras levadas – como o samba rock - ganhou um sobrenome que mais brasileiro não poderia ser: virou Soul da Silva, a banda que amanhã homenageia uma de suas principais influências na champanharia João Gilberto.

É a segunda vez que os “da Silva” – Daniel Balhego (vocal), Vinicius “Cacalo” Marques (guitarra), Eduardo Simões (baixo) e Renato Popó (bateria) – sobem ao palco para homenagear Tim. Para render tal tributo, em que buscam a máxima fidelidade ao som original, o grupo usa de artimanhas como a que ensina Popó: “para chegar ao timbre grave de percussão que era usado na época a gente coloca uma segunda pele sobre a pele da bateria. Aí o som fica bem semelhante”, garante ele, que descobriu o truque com um aluno. “A música de Tim é marcada pelo balanço perfeito entre baixo e bateria. É um groove característico dos anos 70, 80 com uma sonoridade bastante simples e a gente procura ser fiel a esse estilo.”

Para o show de amanhã o quarteto estará acompanhado do percussionista Jucá de León e dos instrumentistas Alex Ribas e Estevão Hom com naipes de sopro. O repertório da noite fará um apanhado geral da carreira de Tim Maia e, claro, terá “clássicos” como Vale tudo, Que beleza, Chocolate, Sossego entre muitas outras que ficaram conhecidas no timbre grave da voz do músico que morreu em 1998.


Mais sobre a Soul da Silva

Há um ano com a atual formação, a banda teve origem da extinta Funk da Silva, que era liderada também pelo vocalista Daniel Balhego. A troca de nome se deu principalmente porque o público costumava confundir o funk da banda com o moderno funk carioca, que diga-se de passagem, são bastante diferentes.

Nos shows o grupo costuma incluir no repertório covers de Michael Jackson, Jorge Ben, Jota Quest entre vários outro nomes, além do próprio Tim Maia.

Atualmente o quarteto prepara um CD de divulgação com algumas composições próprias previsto para ser lançado em março. Para saber mais sobre a banda acesse www.myspace.com/souldasilva.


Não perca!

O quê: Especial Tim Maia – Show com a banda Soul da Silva
Quando: amanhã (21), pós 21h (abertura com show de Zé Ricardo)
Onde: no João Gilberto Bar e Champanharia
Quanto: ingressos antecipados a R$ 6,00 à venda no posto Cidadão Capaz e na Studio Cd´s
Contato: reservas de mesas pelo telefone 9165-9190


Texto: Bianca Zanella | Extraído de: Jornal Diário Popular / Caderno Zoom / Capa | Publicado em: Pelotas, Terça-feira, 20 de janeiro de 2009

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Pornô Rock

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segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Cartolas


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quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Tributo ao Tim


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terça-feira, 2 de setembro de 2008

Cuba Libre


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domingo, 31 de agosto de 2008

Bebeto Alves


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quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Nação Suburbana e Freak


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quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Aluísio Rockembach


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