
terça-feira, 18 de novembro de 2008
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Histórias das redações
"Bismarck dizia que as pessoas ficariam indignadas se soubessem como são feitas as leis e as salsichas...". E se soubessem como são feitas as notícias? Eis a provocação do livro A Ópera dos Vivos, que o jornalista Jayme Copstein autografa hoje (14) na Feira do Livro, em Pelotas.

Se conhecer o que se passa nos bastidores da imprensa ajuda a compreender a notícia ou afeta a credibilidade do jornal ele não sabe responder. Mas tem certeza de que as pessoas cairiam na gargalhada se soubessem o que se passa no dia-a-dia de uma redação. "Não sei se ajuda ou atrapalha na questão de credibilidade. Acho que não faz diferença, isso depende do veículo. Mas ajuda a fazer rir, que é a única intenção do livro", diz o autor, que revela sem escrúpulos o lado cômico escondido por detrás das manchetes "sérias" publicadas todos os dias. No livro, ele relata alguns dos episódios mais inusitados, colecionados ao longo dos mais de 65 anos vividos no interior de grandes e tradicionais veículos de comunicação do Rio Grande do Sul.
O título - A Ópera dos Vivos - é inspirado nos espetáculos que eram apresentados no Rio de Janeiro no século 17. "Era para ser uma tragédia, mas os atores que interpretavam a ópera eram tão bisonhos que faziam a platéia cair na gargalhada. Bem como o jornalismo: a intenção é fazer uma coisa séria, mas algumas situações acabam se tornando engraçadas."
Apaixonado pelo que chama de "notas curiosas sobre a espécie humana" (título de outro livro seu, publicado em 1997), Copstein observa com perspicácia os cacoetes, manias, coisas engraçadas e outras absolutamente sem graça que são inerentes ao homem, especialmente àqueles que perambulam pelas redações. "Fora a tecnologia, não há nenhuma diferença entre o cara que molhava a caneta no tinteiro, datilografava a máquina ou que digita no computador hoje. Esse cara é o mesmo e continua fazendo as mesmas bobagens", para divertimento dos leitores.
Perfil
Natural de Rio Grande, Jayme Copstein começou a desempenhar atividades em rádios e jornais aos 15 anos de idade. A carreira teve início por causa de uma brincadeira entre amigos no alto-falante da cidade, o que mais tarde acabou rendendo um emprego na primeira rádio de Rio Grande, a Rádio Cultura Riograndina.
Trabalhou como repórter de polícia do jornal Gazeta da Tarde, ao mesmo tempo em que escrevia textos de radioteatro para as emissoras da cidade.
Aos 80 anos, Copstein tem no currículo passagens pelos principais veículos de Porto Alegre e vários prêmios, entre eles a Medalha de Prata do Festival Internacional do Rádio de Nova Iorque, em 1995. Atualmente seus comentários podem ser lidos no site <http://www.jaymecopstein.com.br>.
Confira
O quê: sessão de autógrafos do livro A Ópera dos Vivos (Editora Jayme Copstein, R$ 30,00)
Autor: Jayme Copstein
Onde: no estande da Livraria Mundial na Feira do Livro
Quando: hoje (14), a partir das 18h
Texto: Bianca Zanella | Foto: Nilton Santolin / Divulgação | Extraído de: Jornal Diário Popular / Pelotas / P.10 | Publicado em: Pelotas, Sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Se conhecer o que se passa nos bastidores da imprensa ajuda a compreender a notícia ou afeta a credibilidade do jornal ele não sabe responder. Mas tem certeza de que as pessoas cairiam na gargalhada se soubessem o que se passa no dia-a-dia de uma redação. "Não sei se ajuda ou atrapalha na questão de credibilidade. Acho que não faz diferença, isso depende do veículo. Mas ajuda a fazer rir, que é a única intenção do livro", diz o autor, que revela sem escrúpulos o lado cômico escondido por detrás das manchetes "sérias" publicadas todos os dias. No livro, ele relata alguns dos episódios mais inusitados, colecionados ao longo dos mais de 65 anos vividos no interior de grandes e tradicionais veículos de comunicação do Rio Grande do Sul.
O título - A Ópera dos Vivos - é inspirado nos espetáculos que eram apresentados no Rio de Janeiro no século 17. "Era para ser uma tragédia, mas os atores que interpretavam a ópera eram tão bisonhos que faziam a platéia cair na gargalhada. Bem como o jornalismo: a intenção é fazer uma coisa séria, mas algumas situações acabam se tornando engraçadas."
Apaixonado pelo que chama de "notas curiosas sobre a espécie humana" (título de outro livro seu, publicado em 1997), Copstein observa com perspicácia os cacoetes, manias, coisas engraçadas e outras absolutamente sem graça que são inerentes ao homem, especialmente àqueles que perambulam pelas redações. "Fora a tecnologia, não há nenhuma diferença entre o cara que molhava a caneta no tinteiro, datilografava a máquina ou que digita no computador hoje. Esse cara é o mesmo e continua fazendo as mesmas bobagens", para divertimento dos leitores.
Perfil
Natural de Rio Grande, Jayme Copstein começou a desempenhar atividades em rádios e jornais aos 15 anos de idade. A carreira teve início por causa de uma brincadeira entre amigos no alto-falante da cidade, o que mais tarde acabou rendendo um emprego na primeira rádio de Rio Grande, a Rádio Cultura Riograndina.
Trabalhou como repórter de polícia do jornal Gazeta da Tarde, ao mesmo tempo em que escrevia textos de radioteatro para as emissoras da cidade.
Aos 80 anos, Copstein tem no currículo passagens pelos principais veículos de Porto Alegre e vários prêmios, entre eles a Medalha de Prata do Festival Internacional do Rádio de Nova Iorque, em 1995. Atualmente seus comentários podem ser lidos no site <http://www.jaymecopstein.com.br>.
Confira
O quê: sessão de autógrafos do livro A Ópera dos Vivos (Editora Jayme Copstein, R$ 30,00)
Autor: Jayme Copstein
Onde: no estande da Livraria Mundial na Feira do Livro
Quando: hoje (14), a partir das 18h
Texto: Bianca Zanella | Foto: Nilton Santolin / Divulgação | Extraído de: Jornal Diário Popular / Pelotas / P.10 | Publicado em: Pelotas, Sexta-feira, 14 de novembro de 2008
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quinta-feira, 13 de novembro de 2008
O RS, dois séculos antes
Da Capitania Geral do Rio Grande - em 1808 - a Estado do Rio Grande do Sul - duzentos anos depois. O contraponto entre o começo da organização de gestão do território e a constituição atual do Estado é o mote para as discussões que estão em pauta no Seminário O RS em 1808.
O painel de abertura da programação será apresentado por Gervásio Rodrigo Neves, do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, que fala sobre "a demografia histórica do RS". Na abordagem, o professor traça um panorama entre o gaúcho na época e aponta diferenças e semelhanças com o gaúcho de hoje.
Na seqüência, o professor Eugênio Lagemann, representante da assessoria da Governadora, discorre sobre "a realidade social, econômica, política e administrativa do RS em 1808 na percepção do governador Paulo Gama".
Participam também da mesa de debates o professor da Universidade Federal de Pelotas José Plínio Fachel, representando o Instituto João Simões Lopes Neto, e um representante do Instituto Histórico e Geográfico de Pelotas.
Até o fechamento desta edição a governadora Yeda Crusius havia pré-confirmado a sua participação neste evento.
Lançamentos
Após as esplanações será aberta a exposição O RS em 1808, que contou com a pesquisa de integrantes do Instituto Histórico e Geográfico do RS. A mostra reproduz o começo da gestão administrativa no Estado e poderá ser visitada até o dia 28.
Durante a inauguração da exposição serão lançados o livro Capitania de São Pedro do Rio Grande, que reúne correspondências do governador Paulo Gama, e o DVD Cartas Respondidas. Ambos trazem as impressões do Almirante que governou o Rio Grande do Sul entre 1803 e 1809, período no qual foi consolidado o território gaúcho.
O seminário O RS em 1808 integra a programação do projeto A Construção do RS - 200 anos de organização e gestão, e é uma realização do Governo do Estado em parceria com o Instituto João Simões Lopes Neto e com o Instituto Histórico e Geográfico do RS, com patrocínio das empresas Aracruz, Banrisul, Corag, Copesul, Braskem e RGE.
Participe
O quê: seminário O RS em 1808
Quando: hoje (quinta-feira, 13), das 14h às 18h
Onde: na sede do Instituto João Simões Lopes Neto (rua Dom Pedro II, 810)
Quanto: as inscrições são gratuitas, mas devem ser feitas antecipadamente pelo telefone 3027-1865.
Confira também
O quê: exposição O RS em 1808
Quando: até o dia 28, aberta à visitação de segunda a sexta-feira das 14h às 18h
Texto: Bianca Zanella | Extraído de: Jornal Diário Popular / Caderno Zoom / P.7 | Publicado em: Pelotas, Quinta-feira, 13 de novembro de 2008
O painel de abertura da programação será apresentado por Gervásio Rodrigo Neves, do Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Sul, que fala sobre "a demografia histórica do RS". Na abordagem, o professor traça um panorama entre o gaúcho na época e aponta diferenças e semelhanças com o gaúcho de hoje.
Na seqüência, o professor Eugênio Lagemann, representante da assessoria da Governadora, discorre sobre "a realidade social, econômica, política e administrativa do RS em 1808 na percepção do governador Paulo Gama".
Participam também da mesa de debates o professor da Universidade Federal de Pelotas José Plínio Fachel, representando o Instituto João Simões Lopes Neto, e um representante do Instituto Histórico e Geográfico de Pelotas.
Até o fechamento desta edição a governadora Yeda Crusius havia pré-confirmado a sua participação neste evento.
Lançamentos
Após as esplanações será aberta a exposição O RS em 1808, que contou com a pesquisa de integrantes do Instituto Histórico e Geográfico do RS. A mostra reproduz o começo da gestão administrativa no Estado e poderá ser visitada até o dia 28.
Durante a inauguração da exposição serão lançados o livro Capitania de São Pedro do Rio Grande, que reúne correspondências do governador Paulo Gama, e o DVD Cartas Respondidas. Ambos trazem as impressões do Almirante que governou o Rio Grande do Sul entre 1803 e 1809, período no qual foi consolidado o território gaúcho.
O seminário O RS em 1808 integra a programação do projeto A Construção do RS - 200 anos de organização e gestão, e é uma realização do Governo do Estado em parceria com o Instituto João Simões Lopes Neto e com o Instituto Histórico e Geográfico do RS, com patrocínio das empresas Aracruz, Banrisul, Corag, Copesul, Braskem e RGE.
Participe
O quê: seminário O RS em 1808
Quando: hoje (quinta-feira, 13), das 14h às 18h
Onde: na sede do Instituto João Simões Lopes Neto (rua Dom Pedro II, 810)
Quanto: as inscrições são gratuitas, mas devem ser feitas antecipadamente pelo telefone 3027-1865.
Confira também
O quê: exposição O RS em 1808
Quando: até o dia 28, aberta à visitação de segunda a sexta-feira das 14h às 18h
Texto: Bianca Zanella | Extraído de: Jornal Diário Popular / Caderno Zoom / P.7 | Publicado em: Pelotas, Quinta-feira, 13 de novembro de 2008
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quarta-feira, 12 de novembro de 2008
A Pomerânia é Aqui
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