quinta-feira, 12 de março de 2009

Lei de incentivo à cultura no centro das discussões

Não se falou em outra coisa na tarde de ontem, durante o 1º Seminário de Produção Cultural Independente, no Campus II da Universidade Católica de Pelotas (UCPel). A urgência da elaboração de um projeto final e implantação de uma lei municipal de incentivo à cultura foi o centro da pauta nos três painéis que fizeram parte da programação do encontro - organizado por artistas, estudantes e produtores com o apoio do curso de Tecnologia em Produção Fonográfica da UCPel.

Também não se sabe ao certo por que motivo, mas nenhum representante da Secretaria Municipal de Cultura esteve formalmente presente no evento, que acabou sendo mais uma explanação de ideias - com que aparentemente todos os presentes concordaram - que um debate.

Com um público bastante significativo no auditório, o Seminário serviu, sim, como forma de expressão coletiva de um desejo da comunidade artística pelotense, bem-intencionada mas ainda pouco articulada, em prol de uma política cultural mais eficaz no município.

“Cidades como Rio Grande, Canguçu, Santa Maria e Porto Alegre têm leis de Incentivo à Cultura. Enquanto isso a produção cultural pelotense surpreendentemente sobrevive sem. Lamentavelmente a prioridade hoje em Pelotas não é cultura, e sim asfalto”, criticou o presidente do Conselho Municipal de Cultura, Henrique Pires, que sugeriu que nos contratos feitos com as construtoras que venceram as licitações do projeto Pelotas Pólo do Sul - com recursos de empréstimo do Banco Mundial - fosse prevista uma contrapartida para investimentos em cultura.

“O Carnaval de Pelotas custa anualmente uns R$ 800 mil para a prefeitura entre estrutura e subvenção às entidades participantes. Tudo isso gasto em um único evento”, comparou a ex-secretária de Cultura e produtora cultural Beatriz Araújo. “Essa subvenção acaba sendo dada como doação por falta de uma lei que possa enquadrá-la como incentivo”, disse ela.

“Ninguém sabe ao certo que projeto está tramitando atualmente na prefeitura”, falou a produtora cultural e militante da LIC Alessandra Ferreira, que participou da formatação do projeto encaminhado ao Executivo no começo de 2007. “O projeto original prevê não apenas incentivo fiscal, com dedução do imposto aos empresários que apoiarem a cultura, mas também mecanismos de preservação e educação patrimonial e um fundo para financiar projetos experimentais”, explicou. “Os recursos da LIC seriam poucos, mas quem está acostumado a trabalhar com quase nada sabe que com pouco dá para fazer muita coisa.”

“Existem empresas dispostas a apoiar a cultura, mas elas só apoiam porque existem leis que incentivam isso”, disse Beatriz Araújo. “Não é por decreto que Pelotas é considerada uma capital cultural, é por vocação”, concluiu.


Sem Secretaria?

Por diversas vezes, os participantes dos painéis falaram do boato de que a Secretaria Municipal de Cultura (Secult) poderá ser fundida a outras secretarias na próxima reorganização do Executivo pelotense. “Estamos à beira de um retrocesso, o risco daqui pra frente é darmos um passo atrás”, advertiu Pires, que incentivou os presentes a se manifestarem publicamente contra essa possível ação para impedir que “o boato vire realidade”. “Não podemos simplesmente ficar permitindo que tudo aconteça, ou melhor, que nada aconteça”, falou ainda Beatriz.

Procurado pelo Zoom, o secretário municipal de Cultura, Mogar Xavier, disse não ter conhecimento sobre o assunto. “Só o prefeito pode responder sobre uma possível reforma administrativa, mas não há nada que indique a extinção da Secretaria de Cultura”, afirmou. Em resposta à pressão pela implementação da LIC, o secretário informou que o projeto está parado em função de outras prioridades. “O Governo Municipal está estudando maneiras de viabilizar a Lei de Incentivo à Cultura e aguardando que o Governo Estadual resolva as questões jurídicas que envolvem a LIC-RS. Temos agora uma situação de clamor da sociedade e a prefeitura está focada em solucionar outros problemas como os causados pela enchente, de pontes caídas e das escolas, para então dar condições ao Município de tratar de outros setores.”


Espaço

No painel de abertura, o Seminário teve a participação de integrantes da Banda Pública, de Porto Alegre, da cinematográfica pelotense Moviola e da RadioCom, responsável pela realização do projeto Arte Daqui, que divulga o trabalho de músicos locais.

Das experiências bem-sucedidas, a importância da divulgação como parte decisiva para o êxito de produções independentes foi destaque na fala dos participantes. “Mas tem que saber chegar na mídia”, ressaltou Alexandre Mattos, da Moviola, durante o diálogo. “Também não adianta querer fugir da Internet. O disco vai tá (sic) na loja num dia e no outro vai tá na rede”, falou o guitarrista da Pública, citando o bom exemplo de sites que disponibilizam as músicas para download gratuitamente e remuneram as bandas com dinheiro de patrocínios.

O empresário Guto Fonseca, do Posto Cidadão Capaz, falou da experiência de incentivar a cultura, sem incentivo e ressaltou que, com a LIC, poderia fazer ainda mais.

Betinho, da ONG Amiz, fez um relato sobre o processo de implantação de um estúdio multimídia no loteamento Dunas, através do projeto Casa Brasil, do Governo Federal. “Recebemos R$ 60 mil em recursos em janeiro do ano passado. Agora que finalizamos a compra dos equipamentos não sabemos muito bem o que fazer com esse estúdio, e lançamos o debate: como usar ele para contribuir com essa idéia que temos de sociedade?”, questionou ele, que acredita que a cultura vive novamente um “momento zero”. O que significa isso, ele explica: é hora de rever conceitos para se rearticular.


Texto: Bianca Zanella | Extraído de: Jornal Diário Popular / Caderno Zoom / P. 7 | Publicado em: Pelotas, Quinta-feira, 12 de março de 2009

Além de doce, teatro

Luz e som instalados. Público garantido. Atores concentrados. Basta descerrar as cortinas. O cenário é favorável à classe artística, sempre em busca de espaços alternativos para apresentar suas produções. Em 2009, a Feira Nacional do Doce (Fenadoce) se transformará, também, em palco à 1ª Mostra de Teatro que levará o nome do maior evento de Pelotas. Os grupos interessados, de toda a região, já podem se candidatar.

O regulamento está em fase de conclusão, mas os pontos principais estão decididos. Serão duas categorias: escolar e profissional. O número de vagas ainda não está fechado; dependerá da possibilidade de realizar ou não duas sessões por dia, durante todo o período da Fenadoce, de 3 a 21 de junho. O certo é que o auditório do Centro de Eventos irá abrigar a Mostra que já entusiasma os grupos locais.

“É histórico em Pelotas, os festivais e mostras sempre motivaram os grupos, seja para ressurgirem ou se manterem”, comenta o diretor de teatro do Círculo Operário Pelotense (COP), Alexandre Santo, com 17 anos de vivências ligadas aos palcos. “O teatro é algo muito importante, principalmente dentro das escolas, pois dá aos alunos uma compreensão inclusive de vida e do trabalho em equipe”, acrescenta.


A seleção

O nome diz bem: é uma mostra de teatro, não um festival. Não há um caráter competitivo. Uma análise técnica - a cargo de uma comissão a ser constituída - no entanto, deverá indicar quais os dois grupos terão presença confirmada na 18ª Fenadoce, assim como reexibirão a peça ou o esquete no Theatro Sete de Abril ainda este ano, em espetáculo com ingresso acessível: a entrada será um quilo de alimento não-perecível.

Texto, interpretação, luz, figurino, cenário e coerência na sonoplastia são alguns dos critérios que irão nortear os olhares de quem acompanhará todas as performances, de cada uma das duas categorias, até apontar quem terá o privilégio de ultrapassar as coxias do centenário Sete de Abril.

Na hora de decidir quais os grupos que integrarão a Mostra, o currículo também terá peso, mas o contato direto com os atores, em ensaio, será um contrabalanço. Ao invés de encaminharem cópia do trabalho em fita ou DVD, como costumeiramente ocorre neste tipo de evento, os artistas terão a chance de apresentá-lo ao vivo à comissão. “A proposta, de nenhuma forma, é de censura e sim de favorecimento, já que as condições técnicas desses vídeos nem sempre revelam a verdade sobre os espetáculos”, explica Santo, que também compõe a comissão organizadora da Mostra. “Será uma oportunidade de se conversar com o elenco e o diretor poderá vender seu peixe”, descontrai.

Em 2008, 326 mil pessoas prestigiaram a Fenadoce. Agora, a ideia, é que a 1ª Mostra de Teatro também possa ajudar a movimentar as bilheterias. O ingresso é o mesmo. Quem entrar na Feira, terá direito a assistir às produções. A proposta, além de holofote à classe artística, todavia, é tanto de apresentar mais um atrativo a quem já estaria nos pavilhões do Centro de Eventos, como também levar até lá um público que ao invés de farejar as iguarias artesanais, vai em busca de um outro de tipo de arte.

O coordenador do curso de Teatro da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Adriano Moraes, festeja a iniciativa da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e torce para a Mostra marcar o início de uma parceria que dê ao teatro a importância que merece; status que os doces já conquistaram. “Temos tradição e história enquanto realização estética, mas é fundamental que também se verifique e se fale na dimensão desse mercado, em como estão os grupos de teatro.”
Produção, apoios, deficiências... A ideia é que o evento se transforme em intercâmbio, em troca de experiências. Em balcão de negócios sobre o que é possível fazer e evoluir, juntos. “É um espaço importante ao teatro profissional na cidade”, enfatiza Moraes.


A diversidade cultural na Feira

1 - Mostra de Teatro: os grupos interessados em participar podem procurar Maura, pelo telefone do Centro de Eventos Fenadoce 3271-0002. Receberão a ficha de inscrição por e-mail e deverão combinar dia e horário para visita ao ensaio. Os espetáculos podem ter no máximo uma hora de duração.

2 - 1º Festival Nacional de Cinema de Pelotas: o Cine Grandes Curtas, organizado pela Associação Pelotense do Cinema Independente (Cinepel) - deve receber cerca de 400 curtas-metragens em 19 dias. Todos os filmes inscritos, de acordo com o regulamento, serão exibidos e poderão ser premiados em 13 categorias decididas por júri técnico e júri popular. Os vencedores farão parte de um DVD distribuído nacionalmente, também com entrevistas, making off e bastidores do festival. Mais informações sobre o 1º Festival Nacional de Cinema de Pelotas, regulamento e inscrições pelo telefone 3228-9339 ou no site www.cinepel.com.br.

3 - 1º Festival de música: o regulamento ainda está em fase de elaboração. A abrangência será nacional, adianta a diretora da CDL e membro da Comissão de Eventos Culturais, Márcia Casarin. “Queremos que esses eventos possam ser os primeiros de muitos, para qualificar ainda mais a Fenadoce.”


Texto: Michele Ferreira | Extraído de: Jornal Diário Popular / Caderno Zoom / Capa | Publicado em: Pelotas, Quinta-feira, 12 de março de 2009

Tigra


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Simple reggae

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quarta-feira, 11 de março de 2009

Vox populi, Vox Dei...

O CORDEL DO PAPA E DO ESTUPRADOR
( Por Miguezim da Princesa * )

I
Peço à musa do improviso
Que me dê inspiração,
Ciência e sabedoria,
Inteligência e razão,
Peço que Deus que me proteja
Para falar de uma igreja
Que comete aberração.

II
Pelas fogueiras que arderam
No tempo da Inquisição,
Pelas mulheres queimadas
Sem apelo ou compaixão,
Pensava que o Vaticano
Tinha mudado de plano,
Abolido a excomunhão.

III
Mas o bispo Dom José,
Um homem conservador,
Tratou com impiedade
A vítima de um estuprador,
Massacrada e abusada,
Sofrida e violentada,
Sem futuro e sem amor.

IV
Depois que houve o estupro,
A menina engravidou.
Ela só tem nove anos,
A Justiça autorizou
Que a criança abortasse
Antes que a vida brotasse
Um fruto do desamor.

V
O aborto, já previsto
Na nossa legislação,
Teve o apoio declarado
Do ministro Temporão,
Que é médico bom e zeloso,
E mostrou ser corajoso
Ao enfrentar a questão.

VI
Além de excomungar
O ministro Temporão,
Dom José excomungou
Da menina, sem razão,
A mãe, a vó e a tia
E se brincar puniria
Até a quarta geração.

VII
É esquisito que a igreja,
Que tanto prega o perdão,
Resolva excomungar médicos
Que cumpriram sua missão
E num beco sem saída
Livraram uma pobre vida
Do fel da desilusão.

VIII
Mas o mundo está virado
E cheio de desatinos:
Missa virou presepada,
Tem dança até do pepino,
Padre que usa bermuda,
Deixando mulher buchuda
E bolindo com os meninos.

IX
Milhões morrendo de Aids:
É grande a devastação,
Mas a igreja acha bom
Furunfar sem proteção
E o padre prega na missa
Que camisinha na lingüiça
É uma coisa do Cão.

X
E esta quem me contou
Foi Lima do Camarão:
Dom José excomungou
A equipe de plantão,
A família da menina
E o ministro Temporão,
Mas para o estuprador,
Que por certo perdoou,
O arcebispo reservou
A vaga de sacristão.

(*) Poeta popular, Miguezim de Princesa,
é paraibano radicado em Brasília.

Thriller


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A produção independente no centro das atenções

A divulgação na Internet, algumas iniciativas promissoras aqui e ali, talento e boa vontade são ingredientes que aos poucos vêm contribuindo para movimentar o cenário cultural na cidade. Apesar disso, em tempos de crise e na falta de uma Lei de Incentivo (LIC) associada a um plano de ação abrangente que contemple os diferentes setores envolvidos, Pelotas ainda espera pelo seu novo grande momento da cultura.


É para botar mais lenha nessa fogueira que artistas, produtores culturais e estudantes estão juntos na organização do 1º Seminário de Produção Cultural Independente em Pelotas, que ocorre hoje (11 de março) à tarde no Campus II com o apoio do curso de Tecnologia em Produção Fonográfica da Universidade Católica de Pelotas (UCPel).

Os debates começam com apresentações de algumas iniciativas bem-sucedidas locais e no âmbito estadual e seguem até a discussão sobre o projeto da LIC Municipal. A produtora de cinema pelotense Moviola vai falar dos bastidores da criação audiovisual por aqui, tendo como exemplo o documentário produzido para a banda, também referência na produção independente, Pimenta Buena. Já a Rádio Com vai mostrar o exemplo do Arte Daqui, experiência que já rendeu três edições com a gravação de CDs que reúnem músicas de diversos artistas locais.

Outro painel vai tratar ainda da articulação considerada possível e necessária para fomentar a cultura de forma organizada, entre promotores culturais, artistas, empresas e o terceiro setor. Além de empresários, estarão presentes representantes da ONG Amiz - Casa Brasil, responsável pela execução do projeto de construção de um estúdio no loteamento Dunas.


Exemplo de fora

Para completar a Banda Pública, de Porto Alegre, traz um olhar de quem vem “de fora”. O grupo criado em 2001 acaba de lançar seu segundo CD - Como num filme sem fim - que acompanha um DVD - Casa da esquina 23 - e já coleciona excelentes comentários da crítica especializada. Do primeiro CD, a música Long plays, registrada também em videoclipe, ainda rendeu à Pública uma indicação ao VMB 2007, na categoria Aposta MTV. Isso sem contar as mais de 80 mil visitas nos vídeos da banda disponíveis no You Tube e um volume igualmente numeroso de downloads no site oficial (www.publicaoficial.com).


A banda reúne diversas influências e transita com facilidade entre o rock britânico e o rock underground americano em melodias que inspiram personalidade na combinação de guitarras e piano. Para Tiago Munhoz, à frente da organização do evento com Valdir Robe Júnior, a Pública é um dos exemplos que mais combinam com a ideia de promover a autogestão das bandas e investir no cenário independente.

Apesar do sucesso, para o vocalista da Pública Pedro Metz a principal barreira que emperra o mercado fonográfico ainda é cultural. “As pessoas não têm o hábito de consumir música independente. Volta e meia alguma banda com talento e muito trabalho consegue superar isso, mas ainda é exceção. Falta abertura para coisas novas”, analisa. Aos 30 anos ele dá uma demonstração de maturidade ao afirmar que não está preocupado com rótulos: “Eu prefiro usar o termo ‘alternativo’ do que ‘independente’, porque ninguém é independente mesmo. Mas não importa se me chamam de pop ou de qualquer outra coisa - mesmo sabendo que a minha realidade ainda é de músico underground e que financeiramente eu tô muito distante do patamar das bandas comerciais - desde que o meu trabalho seja avaliado como ele é”, afirma. “Até na música pop pode se achar qualidade”, opina Metz, deixando de lado o preconceito. “Assim como muitos artistas se dizem ‘alternativos’ para camuflar a deficiência de talento e justificar o fracasso.”


Outra atrações

Além da Pública, que depois do seminário fará a principal apresentação da noite no palco do João Gilberto, as bandas The Raves e Canastra Suja (a primeira abrindo e a segunda fechando o show) completam a lista de atrações na festa de encerramento do evento.

Formada em 2006 e com um CD demo lançado em 2007, a Canastra Suja já alcança públicos fora de Pelotas fazendo shows em Porto Alegre e Santa Maria. “A Internet dá uma baita força pra divulgação. Gravar é um processo simples, aqui a gente até tem tudo nas mãos. O problema é sair”, avalia o vocalista Alex Vaz.

Matheus da Costa, vocalista da The Raves, concorda. A banda está em atividade, “pra valer”, desde 2007. Ano passado lançou o CD Invisible sights of a new place. “A gente não faz música pra ganhar dinheiro, mas gastamos um monte pra concretizar a ideia”, fala ele sobre a dificuldade de conseguir apoio e a necessidade de apelar para os “patrocínios caseiros”, de parentes e conhecidos dos integrantes da banda.


Confira a programação

1º Painel - As produções culturais independentes e algumas “referências”
Participações do Coletivo de Cinema Moviola, Rádio Com - autora do projeto Arte Daqui - e integrantes da Banda Pública

2º Painel - Cultura, empresas e terceiro setor - uma relação possível e necessária
Participações de representantes da ONG Amiz - Casa Brasil e do Posto Cidadão Capaz

3º Painel - Debate sobre a Lei Municipal de Incentivo à Cultura
Participações dos produtores culturais Alessandra Ferreira e Igor Simões como debatedores e do presidente do Conselho Municipal de Cultura Henrique Pires como mediador.


Outras informações

O 1º Seminário de Produção Cultural Independente em Pelotas ocorre hoje, a partir das 15h no Espaço Multiuso do Campus II da UCPel (rua Almirante Barroso entre 3 de Maio e Gomes Carneiro). Cada painel terá a duração de aproximadamente uma hora. A entrada é franca.


Não perca também

O quê:
show de encerramento do 1º Seminário de Produção Cultural Independente em Pelotas com as bandas Pública (Porto Alegre), The Raves e Canastra Suja
Quando: hoje (11), a partir das 22h
Onde: no Bar e Champanharia João Gilberto (rua Gonçalves Chaves, 430)
Quanto: antecipados a R$ 10,00 no bar Papuera, no posto Cidadão Capaz e no bar João Gilberto


Texto: Bianca Zanella | Fotos: Daniel Lacet e Tinico Rosa / Divulgação | Extraído de: Jornal Diário Popular / Caderno Zoom / Capa | Publicado em: Pelotas, Quarta-feira, 11 de março de 2009